Google Tradutor

Mostrando postagens com marcador Personagens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Personagens. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Notícia Urgente

Pessoal, mostro agora para todos vocês a prova de que a postagem sobre o Zé Carioca foi um grande sucesso. Ela foi a mais vista em toda a história do blog (que não é tão grande assim: apenas 9 meses). Espero que tenham gostado também do post sobre o Afonsinho, porque vem mais por aí. Obrigado a todos os leitores do QD!


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Afonsinho. O pato da Vila Xurupita (2)


Falando já da fase anos 80 e 90 do Afonsinho: acho que essa foi a melhor fase do personagem durante toda a produção nacional. Mas, vamos por parte:

Década de 1980: o Brasil vivia o auge da produção de HQs Disney com histórias dos três universos distintos (Mickey, Donald e Zé Carioca), com algumas histórias e séries inclusive misturando os universos. Nessa época, nosso estúdio de HQs fazia séries como: Zé em PatópolisAgência de Detetives MolezaA Turma da Pata LeeTV PatinhasA Nova Margarida e, continua fazendo histórias com a turma do jornal, A Patada. Mas, voltando ao Afonso, para se ter uma ideia do veloz crescimento do personagem nos quadrinhos, o número de histórias feitos, em 7 anos, na década de 1970, foi de 10 HQs (sendo que no ano de 1974 não foi feita nenhuma história dele), já, nos primeiros 7 anos, da década de 1980, foi de 107 HQs (sendo que no ano de 1981 não foi feita nenhuma história dele).

Década de 1990: o ritmo não desceu e sim subiu de nível, com o Afonsinho superando as suas 153 HQs feitas no período da década de 80 e pulando para "míseras" 270 HQs (incluindo GAGs e piadas).

Anos 2000: quanto a partir de 2000, a produção caiu de vez e teve uma significativa queda de 235 HQs, ou seja, de 270 histórias caiu pra 35 histórias. Tem uma justificativa? Claro! O estúdio nacional de quadrinhos Disney já estava fechando as portas e só produziu HQs por 2 anos (um número até grande pra tão pouco tempo).

Afinidades com os amigos: o Afonsinho é super gente-boa, calmo, tranquilão, e, ás vezes, acaba sendo um alvo. Por quem? Pelo Zé, claro! Se o Nestor não tá por perto, pra quem vocês acham que o malandro pede dinheiro emprestado? Preciso responder?

Ele também é retratado em algumas HQs como sustentado por ter uma banca de frutas numa feira da vila.

Resumindo: acho o Afonsinho um personagem completo e um tanto desconhecido pelos leitores novatos da turma do Zé. Por isso, a ideia de apresentar esse post aqui no QD (para explicar o quão bom personagem Disney ele é).


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Afonsinho. O pato da Vila Xurupita


Oi pessoal, como comentado aqui, volto a fazer posts especiais sobre personagens Disney e após ler um HQ do Zé, da década de 80, me veio a cabeça como o personagem mais desconhecido e sumido da turma da vila é também o mais simples e gente boa.

Bom vamos pelo começo: o Afonsinho foi criado, por Carlos Alberto Paes de Oliveira e Renato Canini, para uma aparição "cameo" (ou num único quadrinho, uma única vez na história), em 07 de setembro de 1973 (nessa HQ). Nessa dita história, o Afonso (ou Afonsinho) apareceu em somente um quadrinho e com um "look", um visual diferente.

Partindo pra segunda parte dessa história: em 08 de agosto de 1975 (dois anos, um mês e um dia depois), a HQ A Escola de Detetives foi feita com o roteiro do (já falecido) Ivan Saidenberg e desenhos do (já comentado) Renato Vinicius Canini. Aí é que está a pegadinha! Essa é que é considerada a 1ª aparição do pato Afonso pelo Inducks e pela própria Disney Brasil. Nessa história, o Afonsinho quer ter aulas na escola de detetives do Zé (já com um visual mais parecido com o de hoje me dia).

Já na terceira parte da sua carreira: criada em 05 de setembro de 1975, vemos um Afonsinho mais desenvolvido já com umas características que ele levaria para sempre: calmo, tranquilão, na dele, um tanto superticioso.

O currículo do Afonsinho é extenso. Ele abriga mais de 400 histórias no Inducks (aqui) e, sem dúvida alguma, é um dos melhores personagens da vila.

Amanhã, na segunda parte da matéria, falarei sobre a fase dos anos 80 e 90 do personagem e também da sua afinidade com os amigos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Zé Carioca. O Malandro Boa Pinta (2)



Continuando a biografia do Zé falarei sobre a fase inicial dos Estúdios Abril, da série Zé-Fraude e dos personagens do seu universo.

O Primeiro desenhista brasileiro dos Estúdios Disney com certeza foi Jorge Kato, esse ótimo desenhista trabalhou na Abril de 1953 á 1990. Outro experiente desenhista foi Waldyr Igayara de Souza que trabalhou nos estúdios disney por mais ou menos 30 anos (1960s-1990s). Após eles vieram outros roteirista e desenhistas de talento. Vejam alguns exemplos abaixo:

Carlos Alberto Paes de Oliveira;
Carlos Edgard Herrero;
Ivan Saidenberg;
Júlio de Andrade;
Moacir Rodrigues Soares;
Oscar Kern;
Primaggio Mantovi;
Renato V. Canini;
Sérgio Lima.

Versões Brasileiras (Zé-Fraude como é mais conhecida) foi uma série de histórias em que um personagem principal, como o Mickey ou o Donald, era tirado da HQ e colocavam o Zé Carioca em seu lugar. Por isso não estranhem se muitas vezes vocês virem o Zé contracenando com o Pateta ou o Peninha.

Passemos agora pro seu universo, pra falarmos de seus parentes e amigos:



Rosa Rocha Vaz (Rosinha como é mais conhecida) é a namorada de Zé Carioca. Ela sempre tenta convencer o pai de que o Zé é um bom namorado, nunca com sucesso. A sua primeira aparição foi na HQ Como Almoçar de Graça. Rosinha parece não ter profissão fixa, pois muitas vezes (ou sempre) é retratada como dependendo do pai.



Nestor: é o melhor amigo do Zé, está sempre ao seu lado e é sempre o maior alvo na hora que o assunto é grana. Zé e Nestor trabalham como sócios em muitas histórias, um grande exemplo mesmo é a série de HQs Agência de Detetives Moleza, onde eles tentam resolver crimes um tanto "diferentes" como o sumiço de um pé de chinelo e o roubo de algumas jacas.



Pedrão: Um dos amigos do Zé, é sempre a maior "vítima" quando o assunto é feijoada ou jacas. Ninguém sabe ao certo quando o Pedrão foi criado. É chamado de Pedro Feijoada por fazer a melhor feijoada do país.



Afonsinho: É um outro amigo do Zé. Afonsinho nas histórias tem uma tenda de frutas numa feira e quase sempre é um alvo do Zé. Ele foi criado por Renato Canini em 1975 na história A Escola de Detetives.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Zé Carioca. O Malandro Boa Pinta



Olá pessoal, estou de volta com uma matéria sobre o nosso queridíssimo Zé Carioca. Primeiro a sua ficha técnica:

Nome: Zé Carioca
Origem: Brasil
Criado por: Walt Disney Productions
1ª aparição: Alô Amigos (Saludo Amigos)
1ª aparição nos quadrinhos: Como Almoçar de Graça
1ª história brasileira: A Volta de de Zé Carioca
1ª revista no Brasil: O Pato apresenta Zé Carioca N° 479

Segundo a sua ficha familiar:

Namorada: Rosinha
Sobrinhos: Zico e Zeca
Sogro: Rocha Vaz
Melhores Amigos: Nestor, Pedrão, Afonsinho
Primos: Zé Paulista, Zé Pampeiro, Zé Baiano, Zé Queijinho, Zé Jandaia
Rivais: ANACOZECA, Zé Galo, Luís Carlos
Alter-Ego: Morcego Verde
Profissão: Caloteiro

Agora sua biografia:

José Carioca (Joe Carioca no original inglês) foi criado em 1942 nos Estados Unidos por Walt Disney após sua visita ao Rio de Janeiro. Sua primeira aparição foi no filme Alô Amigos (Saludo Amigos) em que ele contracenou com o Pateta e o Donald. Dois anos depois, ele estrolou um outro filme: Você Já Foi à Bahia? (The Three Caballeros). Este filme foi também a estréia de outro personagem. Um certo galinho mexicano vermelho com pistolas. Adivinhou quem é? Isso mesmo, o Panchito.
Sua primeira aparição nos Quadrinhos foi nos Estados Unidos na Tira de Jornal "Como Almoçar de Graça" de Paul Murry (aqui) onde Zé inventa que um senhor rico e surdo o assaltou e não teria como pagar agora a refeição que ele tinha comido.
Agora, a sua primeira história no Brasil foi feita por Luis Destuet em 1955, A Volta de Zé Carioca foi publicada no Pato Donald 165.
Então surge os Estúdios Abril. Luis Destuet foi o precussor de uma era de ouro que estava por vir para os Quadrinhos Disney, enquanto desenhava para a Abril, ele ensinava jovens talentos (como Jorge Kato e Waldyr Igayara de Souza) a desenhar os personagens. Assim nasceu e cresceu um dos maiores estúdios de Quadrinhos Disney do mundo. Quer saber mais então não perca a matéria de amanhã onde tratarei da série Zé-Fraude e da era brasileira nos quadrinhos, além de cada personagem do universo do Zé Carioca. Até amanhã, pessoal.